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quarta-feira, 2 de junho de 2010

O doce acalma a alma! Meninas Brigadeiro...

Queridos (as),

O brigadeiro é um doce verdadeiramente brasileiro, feito basicamente com chocolate em pó, leite condensado e manteiga mas, os brasileiros também adoram criar alternativas para o docinho.

Na última sexta-feira 28/05, houve uma linda e deliciosa degustação de brigadeiros e vinhos no restaurante Jalan Jalan da minha amiga  sócia Karyna Maranhão.

Para chegar no resultado, Fabi Prado, Karyna Maranhão e Sofia Mota (a chef da casa) reunimos todas as idéias (até as mais absurdas) de brigadeiros. Karyna comprou os ingrendientes de primeiríssima qualidade, a chef fez os testes, eu e Fabrício Navarro da Ingá vinhos, com as meninas, degustamos, harmonizamos com alguns vinhos e voilà... ficaram DIVINOS.

Quem participou desta degustação recebeu como brinde, um lindo porta jóia com um brigadeiro clássico coberto com bolinhas de "ouro".

Depois deste teste, já estamos recebendo encomendas.

Apreciem sem moderação!!!

Beijinhos







segunda-feira, 24 de maio de 2010

Polpettone - O sucesso

Queridos (as) leitores,

Acreditando que minhas postagens estavam em dia (deixei no automático) , cheguei aqui e... puff as postagens programadas haviam sumido, não sei o que fiz, provavelmente alguma besteira. Então vamos correr atrás do prejuízo. 

Recentemente recebi a visita de uma amiga muito querida, a competente dentista estética Dra Roberta M Cury, como eu não estava totalmente de férias, entre um projeto e outro,  aproveitei para "doar" algumas aulas de culinária para ela.

Um dos pratos que preparamos foi o D E L I C I O S O polpettone recheado a parmegiana.
Nada mais que, um belo hambúrguer de carne magra, moída e condimentada com sutileza com sal, pimenta do reino, páprica doce, chiili em pó, azeite extra virgem (0,2%),  farinha de rosca e um ovo apenas para dar liga e não rompê-lo ao grelhar, recheada com queijo mussarela, grelhado na manteiga, coberto por um rústico molho pomodoro, folhas de manjericão fresco e coberto por queijo parmesão de qualidade inquestionável, assado por 20 minutos em forno médio (200ºC). Para acompanhar um delicado risoto de queijos.
O resultado? As fotos falam por si, babem sem moderação!!!
Beijinhos





segunda-feira, 26 de abril de 2010

Crème de la crème... Crème Brûlée

Queridos(as) leitores(as),

A expressão crème de la crème em franês significa algo magnífico, esplêndido, simplesmente único e delicioso.
Já o crème Brûlée significa "creme queimado", uma sobremesa francesa com 319 anos.
Uma sobremesa cremosa, onde o encontro do creme de leite, com os ovos, o açúcar e a baunilha, delicadamente misturados, cozidos e assados forma-se uma sutil e sofisticada sobremesa.
Hoje em dia, os chef criam cada vez mais com esta possibilidade de creme queimado... aparecem nos cardápios, creme brûlée de queijos, de frutas, agridoces, etc. 
Para eu preparar a sobremesa, hoje, é uma tarefa fácil, mas para quem nunca testou, não se torna tão simples. Para não complicar, faço a receita clássica, onde seguida fielmente, não tem como errar.
Na última quinta-feira, resolvi prepará-la para meus meninos e, modesta parte, ficou "surreal" como diria minha irmã Laiza.

A receita...
Para 6 ramequins (forminhas de porcelana)
500ml de creme de leite fresco
1 fava de baunilha (ou 20 gotas de essência)
5 gemas sem a pele
50 gr de açúcar
Açúcar cristal

Aqueça o creme de leite ligeiramente batido com fouet (batedor de claras), com a baunilha até levantar fervura. Desligue o fogo e deixe esfriar.
Bata as gemas com o açúcar até ficar totalmente homogêneo e fofa.
Misture as gemas batidas com o creme já frio e se necessário passe por uma peneira.
Coloque o creme nos ramequins, ajeite-os numa assadeira com água (banho-maria) e leve ao forno pré-aquecido em 140º por 40 minutos.
Retire os ramequins, leve à geladeira cobertos por filme plástico até esfriarem por completo (aproximadamente 2 horas).
Para servir, retire o filme plástico, coloque um pouco de açúcar cristal em cada ramequin e utilize um maçarico para formar uma crosta de caramelo.
Caso você não tenha um maçarico, utilize o grill de um forno. O charme é ficar uma fina crostinha de caramelo para quebrar ao colocar a colher.
Ulalá... delícia, ou melhor, Crème de la crème.






domingo, 25 de abril de 2010

CEVICHE, CEBICHE, SEVICHE...

Até pouco tempo, eu pensava que peixe cru se comia apenas na culinária japonesa, mas, fui apresentada por essa delícia da gastronomia peruana pelo chef pernambucano André Falcão na gravação de uma matéria.

Após esta primeira apresentação, a parte teórica (e prática também) veio em uma aula de Cozinha das Américas com meu mestre, o chef José Rodrigues professor da Universo (Universidade Salgado de Oliveira) e proprietário do restaurante Benedictus.

Para que vocês conheçam um pouco sobre a história do ceviche, busquei algumas informações sobre esta iguaria peruana.
Eu, como gosto de fugir do tradicional, preparei o ceviche com salmão (o indicado é peixe branco sem gorduras), alho ao invés de cebola, cheiro verde, azeite, limão taiti e pimenta do reino verde, ficou deliciosamente brasileiro.
Beijinhos




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Tudo mundo fala que o ceviche é um peixe cozido no limão. Cozido? Ao final, cozido quer dizer que o produto foi submetido a uma fonte de calor? e cru significa não cozido?
Na realidade o que acontece e o seguinte: na química existe um termo que se chama desnaturação. Dita reação química acontece quando as proteínas são modificadas, o acido do limão e o bastante forte como para fazer isso no peixe. Ele modifica os espirais das proteínas e além de fazer isso retarda de maneira impressionante o desenvolvimento das bactérias. Temperaturas de cozimento eliminam os esporos e todas as bactérias, o acido do limão também faz isso, mas só na superfície do peixe. Você deve comprar o seu peixe em um local da sua confiança assim não terá problemas com qualquer tipo de contaminação por bactérias.
http://www.labuenaonda.com.br/zceviche.htm
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Se você quer saber qual a maneira correta de grafar o nome do prato, desista. Nem os próprios peruanos chegaram a um acordo. Há quatro possibilidades - e para cada uma, inúmeras versões para a origem da palavra, igualmente convincentes, ou não. Elas vão do termo quíchua ivich, que quer dizer comida ardida e teria inspirado a grafia ceviche, à palavra latina cebo, que significa alimento ou manjar, mas também servia para designar peixe ou carne, daí cebiche. E há também as teorias que ligam o termo à palavra de origem árabe sebesh, ou alimento ácido, o que levaria à grafia com s - sebiche ou seviche. Diante de tantas possibilidades, em 2004, o Instituto Nacional de Cultura do Peru declarou o prato como Patrimônio Cultural e determinou que a grafia correta fosse seviche, com s e v. Mas, os três livros consultados que relatam essa forma oficial grafam a palavra como cebiche... Em tempo: no Brasil, nem o Aurélio nem o Houaiss trazem a palavra, com s ou com c. Então, se tiver de escrever o nome do prato, sinta-se à vontade para escolher a grafia.

O Estado de São Paulo - Estadão

segunda-feira, 29 de março de 2010

Dia 29, dia de Nhoque

Dia 29, dia de Nhoque
Leitores,

A origem do costume é explicada com uma lenda que possui variações. A mais freqüente conta que um frade andarilho chegou a uma pequena localidade italiana e bateu ą porta de um casal de velhinhos, num dia 29. Pediu um prato de comida e recebeu o único alimento que havia: nhoque. Tempos depois, voltou ao local e contou aos velhinhos que, após comer aquele prato, sua vida mudara para melhor.
O simpático costume de comer nhoque no dia 29 poder ser recente, mas a história do prato é bastante antiga. Foi certamente o primeiro tipo de massa caseira - apesar do renomado gastrônomo Pellegrino Artusi, autor do clássico italiano A Ciência na Cozinha e a Arte de Comer Bem, publicado em 1891, não o enquadrar nessa categoria. O espaguete, o ravióli e companhia são posteriores. Supõe-se que o nhoque exista desde os antigos gregos e romanos.

No Brasil, o chef francês Laurent Suaudeau criou uma obra-prima que outros cozinheiros copiam: nhoque de milho verde. A imaginação gastronômica desconhece limites. Outros cozinheiros em atividade no país desenvolveram nhoques de batata-doce, mandioca e mandioquinha.
(O Estado de S. Paulo)
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Pode até existir, mas eu criei o meu Nhoque de abóbora (jerimum) com coentro e ficou dos Deuses.
Muito prático e básico para prepará-lo, inicialmente faz-se um purê e o ponto é atingido com farinha de trigo, acrescentando um molho simples de tomate fica digno de premiações.

Babem sem moderação.
Abraços



quinta-feira, 25 de março de 2010

Deliciosamente Picanha!

Tem muita gente que faz a associação imediatamente: se fala em churrasco, pensa em picanha. Coberto por uma grossa capa de gordura, o corte é macio e saboroso por natureza. No entanto, aqui no Brasil, ele só foi definido para valer nos anos 70. Antes disso, era vendido junto com alcatra ou coxão duro.

Diferentemente do coxão duro, a picanha é mais tenra e vermelha, pois fica em uma região do boi – a parte superior traseira – onde os músculos são menos exigidos, portanto menos rijos. A localização deu inclusive nome ao corte. “Chegou à churrascaria Bambu, por engano, uma importação de tapa de cuadril”, conta o especialista Marcos Guardabassi. “Quando os clientes perguntaram que carne era aquela, o assador, um gaúcho, explicou que o corte ficava na parte em que se fazia a ‘picaña’, isto é, onde se tocava o gado, em geral com um aguilhão.” Virou picanha.

No gado brasileiro, de origem zebuína, o corte não ultrapassa 1,1 kg. Se for mais pesado, abra o olho: parte do coxão duro está sendo vendido como picanha. “A fronteira é a 3ª veia que atravessa a carne”, explica Guardabassi. No coxão duro limpo é possível identificar seis veias. Apenas a carne ao redor das três primeiras é a picanha.

Fonte: Estadão

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Queridos amantes da picanha,
Este corte de carne é muito versátil e existem diversas formas de prepará-lo.

Já me aventurei em fazer picanha do avesso, picanha na panela de pressão, assada no forno, filé, entre outras formas.

Ontem o jantar residencial foi um medalhão de picanha em cama de batata rosti ou como alguns conhecem, batata russa - nada além de batata ralada e grelhada. Andei estudando um pouquinho e descobri que...
É rica em fibras, vitamina C e todas as do complexo B, principalmente a B16, que atua na formação das células do organismo. Tudo de bom não é?

Agora vamos ao que interessa.

Para o medalhão - 1 peça de picanha com 1kg, sal, pimenta do reino e óleo. Barbante para amarrar.
Para a batata - 1 batata grande, vinagre, 1 ovo, 1 colher (sopa) de farinha de trigo, 1 colher (chá) de mostarda, sal e pimenta do reino.

A Carne - Corte em postas a carne com aproximadamente 4 cm, enrole até que as pontas da gordura se encontrem e amarrem com barbante culinário. Tempere com o sal, a pimenta e pincele um pouco de óleo. Coloque em frigideira antiaderente bem quente. Não mexer na carne até que, na parte superior comece a minar um pouco de líquido, vire o medalhão e deixe por uns 8 minutos. Retire os medalhões e coloque no forno alto (pré-aquecido 280ºC). Deixe por 10 minutos.
EXEMPLO DO CORTE...

A Batata -  Rale a batata em ralo grosso, coloque em uma tigela com água, vinagre, sal e pimenta do reino. Em outra tigela bata rapidamente o ovo, a farinha, a mostarda, o sal e a pimenta. Esprema a batata até retirar todo o líquido e incorpore nesta mistura. 
Aqueça uma frigideira antiaderente coloque um fio de azeite e faça bolinhas tipo hamburgueres achatados com a batata, doure dos dois lados. Monte o prato conforme a foto e Hulalá!!!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Mil e uma utilidades

Olá leitores,

Sempre gostei muito de abóboras (jerimum), todos os tipos me atraem, algumas para doces outras para salgados.

Minha sogra me apresentou a alguns anos a abóbora japonesa ou Kabotiá, uma espécie com casca verde escura e dura, muito dura.



Sou fã do purê feito com esta espécie, fica leve e acompanha bem qualquer refeição.
Como é um alimento que eu comeria semanalmente, fui pesquisar um pouco sobre e descobri que as abóboras em geral possuem muitas vitaminas, isto é, faz bem e não engorda, ideal para quem está começando uma dieta em plena segunda-feira.

Confiram...
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“Tem poucas calorias, uma vez que aproximadamente 95% da sua composição é água. Em 100 g de abóbora cozida somam 40 calorias, no máximo, 9,8 g de carboidratos, 1,2 g de proteína, 0,30 g de gordura e 1 g de fibra”, ensina a nutricionista Sônia Almeida, dos Vigilantes do Peso. Por seu baixo teor calórico – dependendo da espécie, pode ter de 20 a 40 calorias por 100 g –, comparada com outros alimentos, como a batata e a cenoura, por exemplo. Assim, é uma boa opção para substituir esses legumes em recheios, reduzindo consideravelmente as calorias.

Além disso, ela tem alto valor nutritivo, com vitaminas E, A e as do complexo B e sais minerais. Possui, ainda, o betacaroteno, um poderoso antioxidante encontrado em frutas e legumes de coloração alaranjada. Ele ajuda a combater os radicais livres, prevenindo inúmeras doenças degenerativas, como o câncer.

CALORIAS EM CADA 100g

Abóbora em gera: 40
Abóbora Moranga: 35
Flores de abóbora: 18
Sementes: 573


Fonte: www.espacoecologiconoar.com.br

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Eu nunca tinha testado essa iguaria com carne de porco, mas vou contar que ficou perfeita.

Preparei um filé mignon de porco recheado com queijo do reino, selei o filé na frigideira por todos os lados e coloquei no forno alto por 15 minutos, aproveitei a frigideira e derreti açúcar mascavo com suco de caju, sal e molho de pimenta, deixei reduzir em uma perfeita calda, (depois de estudar um pouquinho) assei as sementes com sal e fiz o divino purê. Tudo bem que para eu seguir uma dieta, não deveria ter o queijo e as sementes (já que são superultramegapower calóricas) mas garanto que a combinação ficou tão boa que vou inscrever esta receito em algum concurso.

Beijinhos e até qualquer hora...

Ah, babem sem moderação!!!