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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Hora da dieta - A SAGA DAS RECEITAS

Queridos (as) amigos (as) e Leitores (as),


Passo rapidamente por aqui para dizer que:
Passou minha mudança de Recife para São Paulo, passou o Natal, Reveillon, Carnaval, enfim, depois de alguns meses retomo com força total meu blog.

Para reativar as novidades, começo com a Hora da Dieta.
Serão sequencias de receitas para a dieta que estou seguindo, dúvidas para quantidades detalhadas por email.

De novembro pra cá, engordei horrorosos 4 quilos, a batalha agora é eliminá-los!
Como uma boa cozinheira estudante e com ajuda da minha nutricionista, fiz um cardápio muito nutritivo com algumas restrições, mas nada radical.

No próximo post começo a Saga das receitas.

Beijinhos e abraços
Fabi Leonardi Prado

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Lembranças - Polenta trufada com ragu de rabada

Queridos (as),


Devido influências italianas, sempre estiveram presentes na mesa de casa, berinjela, abobrinhas, massas, polpetas e a indiscutivelmente divina polenta.

Hoje para matar um "bocadinho" a saudade e testar algumas alterações para um cardápio, resolvi preparar a Polenta trufada com ragu de rabada. Um pouquinho de história...

Logo cedo coloquei na panela, azeite, alho, cebola, linguiça defumada, e rabo bovino, fritei até dourar, coloquei um pouco de vinho tinto, deixei ferver e acrescentei muitos tomates maduros. Ficou no fogo médio até que as carnes soltassem dos ossos. Retirei os ossos e continuei cozinhando por mais 2 horas.

Para a polenta foi mais simples. Um litro de água temperada com um belo bouquet garni (não é a melhor descrição mas...). Quando estava quase fervendo, retirei o bouquet e em chuva coloquei um pouco mais de uma xícara de fubá. Mexi vagarosamente para não empelotar, coloquei sal, pimenta do reino, parmesão e finalizei com um excelente azeite trufado (Vindo da França, presente da minha amiga Bel).

A prova ficou inenarrável...

Babem sem moderação!

Beijinhos



terça-feira, 16 de novembro de 2010

MUDANÇA - Hora do Improviso

Prezados(as),

Como estou de mudança para SP no início de dezembro, as compras para casa estão ficando menores e sem muita variedade.

Adoro improvisar na cozinha, estou abusando dos ingredientes secos e desidratados para preparar pratos simples e nutritivos.

Sempre curti fazer compras, escolher os produtos com calma, ler muitos rótulos, imaginar o que poderá ser criado com isso ou aquilo. Agora, mais do que nunca, será: É o que tem pra hoje, ou melhor, é o que tem na despensa.

Seguindo esta linha, meus últimos pratos foram todos no improviso, não deixando de serem saborosos e bonitos.

Esta massa oriental, fiz na semana passada, super fácil e ficou divina.

Escolha uma boa massa grano duro, cogumelos secos (hidratados no vinho branco e água), manteiga, molho de soja, cebola e alho ralados, cebolinha, sal, pimenta do reino, gergelim e conhaque.
Refogue na manteiga a cebola e o alho, esprema os cogumelos e corte-os em tiras, refogue junto. Ao dourar, coloque umas duas colheres de conhaque e flambe até que o fogo apague. Junte quatro colheres de molho de soja e a massa cozida "al dente". Mexa e incorpore a massa aos ingredientes. Finalize acertando o sal, colocando uma pitada de pimenta do reino, o gergelim e a cebolinha a gosto.

Prático e delicioso, babem sem moderação!

Abraços


sábado, 2 de outubro de 2010

Sabor da Cultura: Escolha ser feliz

Sabor da Cultura
Cozinhar
Pudim de coco

Escolha ser feliz

Queridas(os) leitoras(es),
Sempre me questionam, de onde surgi e como apareci na gastronomia... hoje vou contar um pouquinho da minha trajetória.
Como podem visualizar no meu perfil, tenho 33 anos de idade, minha paixão pela cozinha começou quando fiz o primeiro "pastel", escondido de minha mãe aos 9 anos. Fritei um rolo inteiro de massa, apenas massa e servi aos meus amigos da Baldomero na Vila Cruzeiro/SP. Comemos na calçada, foi ótimo... mas quando fui guardar o óleo ainda quente, dentro do forno, a panela esbarrou em um saco de pão e voltou na minha mão... tive uma queimadura feia... escondi por vários dias da minha mãe. Posterior ao acontecido, peguei uma receita com a mãe do um amigo, Ricardo Frias, decidi que seria meu primeiro doce, pudim de coco (receita no final do post).
Minha mãe, nunca foi de estar na cozinha, sempre trabalhou muito mas, quando ela está, normalmente aos finais de semana... é sempre um sucesso.
Acho que herdei mesmo muito das minhas avós e bisavós.
Até hoje sinto o cheiro da massa de esfirra saindo do forno para comermos manteiga... junto com o café coado na hora... saudades da Dona Joanna.
Saudades também das maravilhas italianas da minha bisa Maria, sua berinjela rústica que ficava melhor depois de alguns dias...
Foi então que, diante de tanta beleza e paz aqui no meu Recife, resolvi fazer do meu hobby minha nova profissão. Deixei quase 10 anos de marketing e me entreguei ao fogão.
Estudei gastronomia, fiz diversos cursos extras, estudei muito... e logo nos primeiros meses de faculdade, comecei a trabalhar, lavando literalmente, o chão de uma escola de culinária, a Oficina de Chefs.
Hoje, sou formada como Técnica em Gastronomia, consultora em todas ás áreas de um restaurante e amo meu trabalho.
Amo a gastronomia, amo os cálculos de uma ficha técnica, as normas da vigilância sanitária, as regras do mercado, consertar casas com problemas de caixa, de pessoal, de armazenamento, enfim... Sei que nasci pra isso!
Me sinto cada dia mais realizada, então, deixo a dica: Faça o que ama com paixão, não tem como dar errado ;D
Beijinhos
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Pudim de coco da Lúcia Frias

Ingredientes

1 lata de leite condensado
1 vidro de leite de coco
1 caixa de creme de leite
1 caixa de maria-mole
Coco ralado para polvilhar

Modo de preparo

Dissolva a maria-mole no leite de coco e leve ao fogo até derreter.
Espere esfriar um pouco e coloque no liquidificador com os outros ingredientes, menos o coco ralado.
Unte uma forma com margarina e coloque a mistura, leve ao freezer por 2 horas.
Desenforme e polvilhe o coco ralado.
Uma delícia bem prática.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Capa da revista Prazeres da Mesa

Queridos (as) leitores (as),

Foi um SHOW o evento PRAZERES DA MESA AO VIVO RECIFE, me orgulho de ter trabalhado e corrido tanto, quem perdeu, só ano que vem!!!

Agora, que tal pausar breviamente seu dia e votar na melhor foto para a próxima capa da revista?

Quase todos os chefs ministraram aulas sobre seus pratos então, seguem os temas para que vocês conheçam um pouco mais de cada um.

Um requisito básico pra que eu avalie o prato é a originalidade.

Lembrem-se de levar em consideração o tema deste ano: Cozinha Pernambucana do Futuro.

Tenho sim minhas preferências, meu voto já foi registrado mas, minhas indicações são:

André Falcão: "Itália e Pernambuco – conexões entre culinárias tradicionais e arraigadas”

César Santos: “As frutas no prato principal”

Duca Lapenda: “Ingredientes italianos com produção local"

Hugo Prouvot: "Maxixada"

Kiko Selva: “Arrozes – Adaptações modernas para um alimento clássico”

Robson Lustosa: “Cachaça na cozinha de bistrô"

Taciana Teti - Tema: “Caminhos para a confeitaria regional”

Thiago Freitas: “Bode e cordeiro – como tirar proveito do melhor de cada um”


Vote aqui: Prazeres da Mesa



Estou torcendo muito para que seja um destes!

Beijinhos

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Delícia de pão rústico

Prezados (as) leitores (as),
Gostei tanto desta última peripércia que fiz na cozinha que resolvi postar, mas sempre com... Um pouco de história...

O pão presente em todos os lares é motivo de polêmica. Mas, de fato não se sabe quando o pão começou a ser feito. Como era o pão de antigamente?

É estimado que o pão tenha surgido há 12 mil anos na Mesopotâmia juntamente com o cultivo do trigo. Eram feitos de farinha misturada com o fruto do carvalho. Os primeiros pães eram achatados, duros, secos e muitos amargos. Para ser ingerido, o pão era lavado várias vezes em água fervente e depois era assado sobre pedras ou embaixo de cinzas.

O primeiro pão assado em forno de barro foi a 7000 a.C. no Egito, que mais tarde descobriram o fermento. O pão chegou à Europa em 250 a.C. sendo preparado em padarias, mas com a queda do império romano, as padarias fecharam e o pão teve que ser feito em casa. Somente a partir do século XII a França começou a melhorar e então no século XVII o país se destacou como centro mundial de fabricação de pães.

No Brasil, o pão começou a ser popular no século XIX, apesar de ser conhecido desde os colonizadores. Os pães feitos no Brasil eram escuros enquanto na França o pão era de miolo branco e casca dourada. O pão francês que tanto é usado no Brasil não tem muito a ver com os verdadeiros pães francês, pois a receita do pão francês no Brasil só surgiu no início do século XX e difere do pão europeu por conter um pouco de açúcar e gordura na massa.
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Sempre fui apaixonada por pão, qualquer tipo de qualquer jeito.
Hoje estou quase dominando a técnica para se fazer um bom pão, minhas últimas experiências foram de preparar pães rechados, ficaram uma delícia!
Babem sem moderação!
Bjs

A receita básica da massa da minha ex-professora Cleonice Ferraz.
O recheio pode ser o que mais gostar lembrando que, não pode ser muito úmido para não solar o pão. Vale lembrar também que não é qualquer pessoa que acerta fazer pão, precisa-se de mão e carinho!

Ingredientes
500g de farinha de trigo especial(aproximadamente),
1 sachê de fermento biológico seco granulado,
1 colher de sobremesa de sal,
125ml de água,
125 ml de leite,
3 ovos,
1 colher de sopa de açúcar

Recheio: Nos meus usei, bacon, calabresa, parmesão, azeitonas, funghi e tomates secos. Com essa quantidade de massa modelei 3 tipos de pães.

Utilize um pouquinho de leite morno para ativar o fermento. No liquidificador coloque o leite, a água, os ovos, o açúcar e bata bem. Junte com a farinha de trigo reservada e o fermento. Misture com uma colher grande e vá acrescentando mais trigo até obter uma massa com aspecto grudento. Deixe descansar 30 min. Abra a massa até uma espessura de 1 cm,  distribua o recheio em toda área da massa. Enrole como rocambole dobrando as pontas para não vazar o recheio,  disponha a massa em uma forma de furo central ou de pão untada com margarina e enfarinhada. Deixe fermentar até dobrar de volume. Pincele com azeite de oliva e salpique queijo. Leve para assar por 30 minutos.